segunda-feira, 25 de abril de 2011

PONTO DE PARTIDA DE UM LÍDER

Isaías 12. 1-6
A gratidão deve fazer parte da vida de líder, pois quando não passam mais agradecer ao Senhor começa a sentir-se um super herói gospel. E na verdade é ser humano como qualquer outro, mais com o compromisso de realizar a obra de Deus na terra.
Tem posturas como líderes tomamos que em alguns momentos iramos a Deus, é isso que faz com que as orações que fazemos não são respondidas por Deus. Precisamos analisar se as decisões como homens de Deus e se estão realmente no centro da vontade de Deus. Precisamos para de comparar a nossa liderança com a de outro líder que está fazendo a vontade de Deus.
Acima de qualquer coisa que desejamos e objetivos que pretendemos alcançar precisamos reconhecer que Deus é maior em nós e que sem Ele não podemos realizar nada. O único que nos dá a Salvação é Deus e pronto. Os nossos olhos precisam está focado em Deus antes que qualquer estratégia ou atividades que precisam ser realizadas.
As fontes da Salvação são bênçãos divinas dadas para aqueles que são ungidos por Deus. E essas fontes só podem ser retiradas com alegria de um líder em fazer a obra do Senhor. É está apaixonado pelas almas que o Senhor a confiou.
Quando o líder identificar que chegou o dia ele precisa levantar as mãos para o céu e clamar a Deus para que os milagres aconteçam naquele dia. E quando os feitos e milagres de Deus forem realizados logo toda Gloria precisa ser transferida para Deus. Porque sem Ele nada podemos fazer.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

UM ZELOSO E AUTÊNTICO MISSIONÁRIO

2 Corintios 11. 2-6
INTRODUÇÃO
Paulo foi o apóstolo que mais recebeu revelações a cerca das doutrinas cristãs. Seu amor, dedicação e zelo pela obra do Senhor são incontestáveis e admiráveis. O desprendimento desse incansável homem de Deus pela evangelização resultou no acelerado crescimento da igreja primitiva.
Paulo é exemplo de como Deus pode transformar e aperfeiçoar o caráter daquele que se entrega a Ele, sem reservas.
Ser zeloso é a virtude mediante a qual o cristão demonstra esmero e apreço pelo que é justo e reto.
Declaração de Paulo:
No judaísmo, eu superava a maioria dos judeus da minha idade, e era extremamente zeloso das tradições dos meus antepassados”. Gl 1.14

QUEM ERA PAULO?
Paulo nasceu em Tarso, na Cilícia, costa sul da atual Turquia. Era descendente de uma família hebraica tradicional. Seu pai, um diligente fariseu, enviou-o ainda jovem a escola rabínica, a fim de que estudasse “aos pés de Gamaliel”. Embora gozasse da cidadania romana, a família de Paulo mesclava-se à pomposa cultura grego-romana daqueles dias. Mas tarde, o privilégio de ter uma segunda cidadania, foi decisivamente útil ao apóstolo.
Paulo fora educado segundo os princípios dos fariseus. O farisaísmo era uma seita ligada ao judaísmo que valorizava a obediência a lei e a pratica dos ritos judaicos. Paulo era religioso habitual, ele mesmo afirmava que em sua nação, excedia em judaísmo a muitos de sua idade, sendo extremamente zeloso das tradições de seus pais.

Em razão desse zelo, o apóstolo que nessa época chamava-se de Saulo, empreendeu uma longa viagem com o intuito de perseguir os discípulos de Jesus. Porem quando ia em direção a Damasco, foi surpreendido pelo próprio Deus. Esse fato marcou o fim da paixão religiosa, e deu início so seu chamado missionário.
“Ele caiu por terra e ouviu uma voz que lhe dizia: “Saulo, Saulo, por que você me persegue?”Saulo perguntou: “Quem és tu, Senhor?” Ele respondeu: “Eu sou Jesus, a quem você persegue.Levante-se, entre na cidade; alguém lhe dirá o que você deve fazer”. Os homens que viajavam com Saulo pararam emudecidos; ouviam a voz mas não viam ninguém. Saulo levantou-se do chão e, abrindo os olhos, não conseguia ver nada. E os homens o levaram pela mão até Damasco”. At 9. 3-8

QUAIS FORAM OS ZELOS QUE PAULO ADOTOU?
1. O zelo pelo trabalho das mulheres cristãs de Éfeso.
Ao contrario do que pensa, a exortação de Paulo ao comportamento das mulheres da igreja de Éfeso, expressa sua compreensão, simpatia e zelo por elas. Tal atitude deve ser entendida com vistas à cultura, ao local e as circunstâncias envolvidas. Naquela comunidade havia mulheres praticantes de ensinamentos supersticiosos. Por isso deveriam ser proibidas de ensinar na igreja.
Instrução de Paulo: 1 Tm 4. 6-7
Se você transmitir essas instruções aos irmãos, será um bom ministro de Cristo Jesus, nutrido com as verdades da fé e da boa doutrina que tem seguido. Rejeite, porém, as fábulas profanas e tolas, e exercite-se na piedade”.

No judaísmo, as mulheres eram privadas da educação religiosa. Agora, no cristianismo, Paulo recomenda que sejam instruídas na fé. O apóstolo sempre valorizou o trabalho das mulheres, que auxiliavam no ministério. Esse respeito e zelo por elas, certamente, fundamenta-se no exemplo de algumas mulheres do AT: Rute, Abigail, Ester, Débora entre outras.

2. O Zelo pela ordem na igreja.
Paulo deixara Tito na igreja de Creta para que cuidasse das questões éticas e administrativas da comunidade. A situação era tão grave que o apóstolo precisou escrever um a carta àquele jovem pastor falando da urgente necessidade de se manter a ordem na igreja. Tais instruções são suficientes para equipar qualquer pessoa que pretenda ser um líder para ministério pastoral.
Se os conselhos de Paulo a Tito fossem observados por todas as igrejas, não haveria tantos problemas na condução do rebanho do Senhor. Não haveria tantos escândalos pela má conduta dos que ser dizem chamado por Deus, mas infelizmente, não são qualificados.
Segundo sua orientação, Tito deveria ser enérgico com os que perturbavam o bom andamento do trabalho. Os insubordinados e inconseqüentes teriam de ser severamente admoestados ou exortados.
“Pois há muitos insubordinados, que não passam de faladores e enganadores, especialmente os do grupo da circuncisão. É necessário que eles sejam silenciados, pois estão arruinando famílias inteiras, ensinando coisas que não devem, e tudo por ganância. Um dos seus próprios profetas chegou a dizer: “Cretenses, sempre mentirosos, feras malignas, glutões preguiçosos”. Tal testemunho é verdadeiro. Portanto, repreenda-os severamente, para que sejam sadios na fé e não dêem atenção a lendas judaicas nem a mandamentos de homens que rejeitam a verdade”.  Tito 1. 10-14

3. O zelo de Paulo pelos jovens obreiros.
Mesmo preso nunca deixou de preocupar-se com seus jovens colaboradores, e Timóteo é o melhor exemplo. Ao saber da situação das igrejas da Ásia, Paulo escreveu-lhe uma segunda carta a fim de orientá-lo quanto à condução do rebanho do Senhor.
Paulo era entusiasta e extremamente zeloso pela obra de Deus. Suas convicções sobre o evangelho eram tão profundas que nem a iminente morte lhe importava diante da grandeza do Reino de Deus.

4. Zelo era pelas vítimas de um naufrágio.
Não obstante estar preso, Paulo demonstrou profundo amor por todos os que estavam a bordo do navio que naufragara junto a ilha de Malta. Preocupou-se com a sobrevivência e o bem-estar de todos os passageiros e tripulantes. Inclusive, com a alimentação de cada um.
“Pouco antes do amanhecer, Paulo insistia que todos se alimentassem, dizendo: “Hoje faz catorze dias que vocês têm estado em vigília constante, sem nada comer. Agora eu os aconselho a comerem algo, pois só assim poderão sobreviver. “Nenhum de vocês perderá um fio de cabelo sequer”. Tendo dito isso, tomou pão e deu graças a Deus diante de todos. Então o partiu e começou a comer. Todos se reanimaram e também comeram algo. Estavam a bordo duzentas e setenta e seis pessoas”. At 27. 33-37

QUAIS ERAM A AUTENTICIDADE DE PAULO?
1. Autenticidade na conduta.
O modo como Paulo dirigiu-se aos tessalonicenses demonstra sua autenticidade de caráter. Sua linguagem e afirmações pessoas denotam a ausência de cobiça, vaidade ou interesse espúrios. A despeito de sua missão apostólica ser um legado divino. Paulo nunca quis usufruir dos privilégios que essa função poderia lhe proporcionar.
Era um líder autêntico, pois falava de que realmente viva, reconhecia suas limitações, jamais perdeu a autoridade apostólica
2. Autenticidade nas convicções.
Certa ocasião, o apostolo Pedro com receio dos judaizantes, afastou-se dos cristãos gentios com que vinha mantendo estreita comunhão. É claro que essa atitude não condizia com o que pensava, pois havia recebido do Senhor uma revelação sobre o plano de Deus para os gentios. Isso fez com que Paulo o repreendesse energicamente.
Em nenhum momento Paulo deixou de ser autentico e obediente ao seu chamado. Sua atitude demonstrou a integridade e coragem de quem não se omite quando os valores do evangelho.
Temos em Paulo em bom exemplo da necessidade de sermos autênticos em todos os nossos relacionamentos.
“Melhor é a repreensão feita abertamente do que o amor oculto. Quem fere por amor mostra lealdade, mas o inimigo multiplica beijos”. Pv 27. 5-6
           
CONCLUSÃO       
A Bíblia ensina que as pessoas são mais valiosas que os bens materiais. Por isso os obreiros devem investir seu tempo e forças no pastoreio do rebanho de Deus.
O zelo e a preocupação de Paulo pelos seus companheiros de ministério e pela conversão dos pecadores demonstram-nos, o quanto os amava e os valorizava acima da própria vida.
Ensina-nos que o comportamento cristão deve estar sempre em sintonia com sua convicções.


sábado, 16 de abril de 2011

Deus Deixa Marcas


Texto: Jó 1:3; 1: 9-12; 2:9

Introdução:

O mundo é mau, dizem alguns erradamente. O mundo não é mau. O mundo é bom, o Universo esta doente, cativo pelo pecado de Adão que ecoando em toda a humanidade aprisionou a natureza.

Quando Satanás comparece diante de Deus, nosso Senhor testifica sobre a retidão de Jó, ao que o diabo retruca: “Se Deus dá tudo a ele, o cerca, o mima....Fácil é amar...Jó ama ao que Deus lhe dá e não ao próprio Deus doador. Jó se apega a Ti pelo que podes dar a ele, por interesse e não por amor filial.

Há nesse diálogo sinistro aspecto que nos passam despercebidos a uma primeira leitura:

1) O diabo observava Jó, conhecia-o.
2) Entretanto, Deus também conhecia Jó. Sabia de suas virtudes, de sua humanidade também.
3) Maravilhoso é saber que quando o Bom e Eterno Deus deixa o diabo tentar Jó, Deus em seu saber eterno sabia que Jó tinha todas as condições de não só suportar a prova como de ser aprovado, ou seja, sair vitorioso, ou seja, num grau de espiritualidade ainda mais profundo com Deus.

Muitos livros e filmes modernos tomam a atitude cínica de mostrar Deus e o diabo num jogo eterno, e nós humanos como peças num tabuleiro, descartáveis e inúteis diante desses jogadores.

Lições aprendemos com a Vida de Jó?

1. O livro de Jó retrata a Deus conhecendo Jó intimamente, sabedor de tudo o que ele tinha, de seus limites e de sua espiritualidade. Apesar de toda a benção que Jó recebera, de sua vida devota, Deus sabia que ele poderia avançar ainda mais no mundo espiritual, e para isso bastava a Deus fazer uma simples mudança de atitude para com Jó.

Em meio às “tempestades” espirituais que se abateram sobre ele, seu espírito cresceu, seu coração se abriu, sua percepção de Deus aumentou, sua intimidade aumentou. E para alcançar esses valores eternos, Jó teve que passar por uma prova passageira onde seus bens e saúde foram tirados. Mas o resultado eterno estava garantido em Deus.

2. O Senhor permitiu a Jó um momentâneo padecer que resultaria em bem eterno, em galardão dentro dessa vida e na vida eterna, uma maturidade espiritual que acompanharia Jó nesta vida e na eterna.

Lembram-se do que Jesus nos ensinou a respeito da pérola preciosa: (Mt13:45-46) O homem que encontra uma pérola muito preciosa, vende tudo o que tem e a compra. Devemos estar tão imbuídos de valores espirituais a ponto de achar lucro perder tudo, qualquer coisa para adquirir o bem maior que “dura” por toda a eternidade, que nem a traça nem a ferrugem corrompem que é Cristo “formado” dentro de meu espírito...O alcance da estatura de homem perfeito, o reflexo perfeito da glória de Deus em meu ser..Cristo vivendo em mim. “Se um olho te impede de entrar no Reino, arranca-o”.

Estamos dispostos a deixar Deus nos podar, poda essa que pode ser dolorosa e frustrante, para uma vez limpos, a perfeição de Deus se manifestar em nós? Dói porque desde que Adão pecou e quebrou a harmonia entre nós e o Universo espiritual, toda evolução, toda busca de Deus e de Sua santidade é dolorosa, paga-se o preço. É frustrante porque sabemos quando começa, mas nunca sabemos quando termina, sabemos o que estamos perdendo, mas como Paulo disse, ainda não se manifestou a nós tudo que seremos e haveremos de receber por causa de Jesus e de Sua obra quando manifesta totalmente em nós. ( I Jo 3:2-3)

3. O diabo, astuta serpente, se meteu em uma grande “encrenca”. Para ele Jó era um fraco, mimado por Deus e por isso obediente. Deus foi um tolo, deixando Jó em suas mãos. Mas Deus sabia quem Jó era e o que poderia suportar. Deus foi exaltado, Jó cresceu e amadureceu em sua comunhão e o diabo saiu queimado, desbaratado, derrotado, desta história que pode ser a sua história.

4. A verdade do que foi exposto acima não alcança a toda criatura. Há aquelas que cinicamente fazem eco às palavras da esposa de Jó. Alguém já percebeu que ela não sofreu nada, que não foi tocada pelo mau. No entanto, qual o nome dela? Ela nada sofreu. Mas também não cresceu, não evoluiu, não ascendeu para uma posição mais elevada diante do Pai. Não foi tocada pela dor, mas seu nome para sempre foi esquecido, sua espiritualidade limitada, material do tipo “amo porque me dá” pereceu com ela, “amo porque vivo numa redoma”.

5. Uma coisa é saber que Deus pode, outra é saber que Ele pode fazer ou não segundo aquilo que ele quer de mim, onde quer me levar na subida espiritual à imagem e semelhança do Pai. Quando fizemos nossa profissão de fé, em nosso eterno “sim” a Deus, declaramos que Ele pode mudar qualquer coisa, tocar em nossas vidas onde quiser para formar Cristo em nós.

Essa postura da mulher de Jó “amaldiçoa teu Deus e morre” ou por outra...”não estou nem aí”  “se Deus me der ou fizer por mim, não faz mais do que Sua obrigação” se não me der, bem..”se não liga para mim, também não ligo para Ele”. É o retrato do mundo, não acha?

Há no mundo muita filosofia.
Os budistas pregam que devemos ter diante da vida uma ausência de desejos, assim se não acontece não sofremos. Mas não esperar nada de Deus não é “diminuí-lo”? Eles parecem não sofrer porque nada esperam, tudo aceitam. Vivem isolados dentro de seus próprios casulos espirituais, buscando alcançar uma perfeição que só Deus pode dar. Isolacionismo puro.

Conclusão

Deus olha para o homem, não como um simples brinquedo, os acontecimentos de nossa vida são acompanhados por Deus, ele leva a sério nossos sentimentos, e até mesmo nossas fraquezas. Estamos debaixo de seu olhar atento, mesmo nos momentos maus.

Deus quer fazer em nós pessoas melhores parecidos com Cristo, não para seu bel prazer, mas cada vez que nos aproximamos do caráter de Cristo melhor para nossas vidas. Mesmo na prova Deus tem o melhor para os seus.

A mulher de Jó passa pela vida, sem marcas, sem nenhuma, nem mesmo as de Cristo.   

Você não deseja hoje receber a marca de Cristo? Entregue-se a Ele.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

A CORAGEM É PARA TODOS

Juízes 4. 4-10 e Juízes 5.1 e 7.
Introdução:
Quando pequeno fui ensinado que somente os homens tinham coragem para tomar decisões e agir. Mas em minha casa sempre vi minha mãe mais resistente que meu pai, porque fazia varias coisas ao mesmo tempo e ainda cuidava de dois filhos sem reclamar. Então hoje quero contar a história de uma mulher da Bíblia que teve muita coragem que foi Débora.
O que é a coragem? Virtude mediante a qual a pessoa enfrenta com destemor situações emocionais, sociais ou moralmente difíceis.
Débora destacou-se como grande líder espiritual numa época em que Israel fora governado por juízes. Sua carreira foi breve, mas teve uma grande importância para história de seu povo.
O que Débora enfrentou com sua coragem?
1. Enfrentou a idolatria e paganismo.
Ela foi convocada para julgar o seu povo num dos piores momentos da vida nacional. Depois da morte de Josué a unidade espiritual havia sido destruída. A idolatria a apostasia assolavam a nação. E povo foi entregue Jabim rei de Canaã porque o povo havia deixado de seguir os caminhos que Deus havia determinado para eles.
Então ela registrou um cântico:
Quando escolheram novos deuses, a guerra chegou às portas, e não se via um só escudo ou lança entre quarenta mil de Israel”.  Jz 5.8

Então Débora foi convocada por Deus no mesmo instante em que o povo de Israel clamou por Ele. Ainda hoje quando uma igreja clama arrependida, confessando seus pecados, o Senhor chama e envia obreiro com a missão de reconduzi-la ao caminho da santidade.
 E lhes disse: “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Portanto, peçam ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita”. Lc 10.2
2. Enfrentou o Processo de civilização pagã.
No tempo de juízes a Palestina era uma região muito próspera. Havia grandes e pomposas cidades, resultado do crescimento de uma civilização milenar. Por essa razão, os hebreus ficaram impressionados com as realizações culturais de seus visinhos e aos poucos foram absorvidos seus cultura, religião e o modo de visa daquela nações.
Infelizmente, nos dias atuais, o secularismo continua crescendo na igreja. Ele é responsável pelo desvio de muitos cristãos. Há crentes que deixam de buscar o Reino de Deus e a sua justiça, para mergulharem no mundanismo traiçoeiro.
3. Enfrentou a opressão sob os cananeus.
O rei Jabim dominava as principais rotas comerciais da região. Isso fazia com que o povo de Israel se sentisse oprimido, não havendo outra alternativa senão mudar de rumo.
Quem era os cananeu? Era um povo bem superior a Israel principalmente no que diz respeito a armas. Possuíam novecentos carros de ferro e recebiam treinamento militar especializado. Por possuir o controle na armas, não permitia que vendessem armas para os judeus.  Então isso explica o povo de Israel de 40 mil sem lança e escudo.
Então é nessa época que Débora é chamada divinamente por Deus para interceder pelo povo de Israel.
Quando a guerra é do Senhor a vitória é certa. Logo depois Deus entregou o rei Jabim nas mãos do povo de Israel.
“E Débora disse também a Baraque: “Vá! Este é o dia em que o Senhor entregou Sísera em suas mãos. O Senhor está indo à sua frente!” Então Baraque desceu o monte Tabor, seguido por dez mil homens”. Jz 4.14
Deus precisava de uma pessoa corajosa para interceder pelo povo e julgá-lo. Deus está a procura de pessoas como Débora que mudou a história de seu povo.
E disse-lhes: “Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas”. Mc 16.15
Como Ela era vista pelo seu povo?
1. Como uma mãe, “mãe de Israel”
O seu nome deu força para o título porque em hebraico o significado de seu nome era “Abelha” alusão as funções e a importância da “abelha rainha”.
Débora era casada com Lapidote que provavelmente era da decência de Efraim, Mulher madura, séria e de conduta moral elevada. Além do mais, era muito corajosa: em nenhum momento temeu estar à frente da batalha.
2. Como a profetisa.
Antes de atuar em Israel Débora já atuava no ministério profético. Como profetisa ela não se acovardou, entregou a mensagem divina a Baraque.
Deus confiou a essa grande mulher a estratégia de guerra, o comando e a vitória.
A Bíblia está cheio de exemplos de mulheres que fizeram a diferença como: Miriã, Hulda, Noadias e Ana. E hoje é você!
3. Como a juíza.
Débora era capaz, e profundamente espiritual. Sabia discernir e julgar com retidão. Sob a orientação divina estabeleceu um fórum público ao ar livre, facilitando o acesso de qualquer pessoa.
De juíza local para as montanhas de Efraim, Deus a elevou a categoria de juíza geral de Israel.
É isso que Deus faz com todos aqueles que se colocam a disposição de sua soberana vontade.
O senhor continua buscando homens e mulheres fiéis e que estejam com visão correta e no lugar e tempo de Deus.
Conclusão
Débora é um exemplo de fé e coragem para todos os que amam a Palavra de Deus. Quando estivermos indecisos acerca do caminho a trilhar, é melhor seguirmos o exemplo de Débora.
Tomar o caminho da confiança incondicional em Deus. Sua fé inabalável tornou-a determinada. Essas virtudes estão ao alcance de todos os que desejam viver sob a soberana vontade.

sábado, 9 de abril de 2011

“Deus tem filhos prediletos?”

(At 10:34)

Introdução:

Por que às vezes temos a impressão de que Deus abençoa mais a uns do que a outros? Não somos todos iguais perante ele? Por que a vida cristã parece, mais fácil para alguns e um mar de tormentas para outros? Alguns passam pela prova sorrindo, outros, entretanto parecem que mesmo depois que atravessam “o deserto” ficam com marcas profundas em suas vidas.

Não nos parece que Deus é mais severo com uns do que com outros?
O Deus de amor que ama a todos de igual modo é justo quando diferencia Sua forma de tratar os homens? Por que eu sim e ele não? Por que ele tem e eu não tenho? “Deus é justo?”

I- Deus não faz acepção de pessoas.

Deus ama o homem de forma incondicional,não importa se você é rico ou pobre, feio ou bonito, negro ou branco, gordo ou magro. DEUS AMA VOCÊ.

É uma grande trama do inimigo colocar em nossa cabeça que Deus prefere um ou outro, mas nunca você.
Nosso adversário cria situações onde realmente Deus parece injusto com certas pessoas, e quando caímos nessa trama ficamos insensíveis ao amor de Deus.

Deixamos de perceber como Deus que cuida e se preocupa conosco, criamos em nós mesmos um sentimento de inferioridade, aquele sentimento de “ninguém me ama ninguém me quer...”, e entramos em depressão, mas Deus não nos deixou e crer nisso faz parte da fé, muitas vezes cremos em Deus, mas não cremos no amor de Deus.
Deus nos ama como somos, suas misericórdias se renovam a cada manhã .               


II- Deus é sempre Justo:

 A cristãos que estão “No caminho” a muito tempo, outros estão chegando agora e ainda outros começaram a grande caminhada ontem mesmo.

Mas quantos de nós têm a percepção do caráter de Deus; de Sua personalidade. Conseguimos “ver” Deus no além de nossos problemas pessoais? Ou Deus esta condicionado a “como a vida nos trata”?

Leiamos o texto de Dn 3: 13-18, compare com Hc 3: 17-19. É imperativo não olhar para as circunstâncias quando nos aproximamos de Deus. É imperativo olhar “dentro dos olhos de Deus” e não para um mundo mau e doente, mesmo que as circunstâncias às vezes nos esbofeteiem ou nos ceguem a razão, não nos guiamos por vista, mas por uma certeza infinita e eterna: DEUS É BOM, DEUS É JUSTO, DEUS É AMOR e isso independe das circunstâncias da vida,da solicitude do mundo, das nossas conveniências pessoais. Justiça infinita, perfeita e eterna faz parte do caráter maravilhoso de Deus.

Amados, Deus não é humano, não age, não decide com os olhos no presente, ou num melhor momentâneo. A personalidade de Deus é superior a nossa, Sua visão, Suas decisões, Sua vontade, no entanto Ele não é o “Totalmente Outro” da filosofia, O Deus eterno se deixa conhecer, amar... Ele nos estende a mão e nos chama a uma compreensão maior do Universo, de Seus planos e de Si mesmo. Uma compreensão que ultrapassa aquilo que nos parece bom e aponta para visões eternas.

III- O mesmo Deus, tratamentos diferentes:

Mas se o plano de Deus é assim, algo de tão maravilhoso, deslumbrante, fantástico, por que alguns passam pela vida quase que não sofreu ferimentos e outros parecem levar o mundo nas costas?

Amados de Deus, sabemos que cada homem é um universo particular, cada um de nós é uma realidade diferente que não se repete em todo o Universo (universo físico e universo espiritual).

Qual é a vontade de Deus para esse fantástico Universo pessoal que é você? Entronizar Jesus Cristo como único Senhor e tornar você semelhante a Ele, Jesus ( Ef 5:1).

Para isso Deus cuida de cada um de nós de forma muito especial e pessoal. Esaú e Jacó eram irmãos, mais foram tratados de modos diferentes. Cada apóstolo teve de Deus um tratamento pessoal e diferenciado. Todas as promessas de Deus podem se cumprir em nossas vidas, mas algumas não contribuiriam para o bem maior que é nos dar a mente de Cristo ( I Co 2:16    ), entronizar Cristo em nós  .

Há promessas que se cumpridas só adiariam nosso crescimento pessoal. Por isso não devemos invejar a forma como Deus trata nosso irmão. Devemos reconhecer que somos únicos, que Deus nos trata de forma única. E que a justiça e graça com que Ele trata a um é a mesma com que Ele trata os outros, mas sempre usando métodos diferentes e pessoais.

Por isso não pergunte por que você parece sofrer mais, mas sim agradeça pela forma particular e sábia com que Deus ordena nossas vidas e muitas vezes NÃO ATENDE AQUILO QUE PEDIMOS se isso atrapalhar nosso crescimento pessoal.

Conclusão:

Deus não tem filhos prediletos, mas trata a todo homem segundo sua natureza pessoal e individual. Às vezes Deus pode parecer mais duro com uns do que com outros, ou nos parece que esta demorando a mudar de lição, mas queridos irmãos, Deus esta interessado no bem maior que é: Cristo vivendo plenamente em nossos corações. Lembre-se que a recompensa maior está no céu onde sim o galardão de cada um será dado pela estatura de Cristo formado em nossos corações.
Você é muito importante para Deus, saiba, Deus não abre mão de você.




sexta-feira, 8 de abril de 2011

TUDO ELE TEM FEITO PERFEITAMENTE BEM

Mc 7.31-37


JESUS NOS ENSINA A FAZER TUDO PERFEITAMENTE BEM

    Se realmente queremos cumprir a nossa missão na vida com excelência, precisamos ter as mesmas ATITUDES de Jesus.

QUAIS ERAM AS ATITUDES DE JESUS?

    1.      Jesus se envolvia com a aflição dos aflitos - Atitude: Envolvimento.
·  Ele ouviu a súplica dos suplicantes.
·  Ele conversou com eles em particular.
·  Ele, literalmente, pegou o cego em suas mãos, botou “a mão na massa” ("comprou" o problema dele).

       Se envolver com a igreja e com a religião é fácil e, muitas vezes, até gostoso.
       Envolver-se com os problemas dos outros, é algo bem diferente, difícil, mas é o que Deus espera de nós (Leia Mateus 25.31-46).

 
    2.      Jesus buscava forças no Pai - Atitude: Dependência de Deus.
·  Olhou para o céu.

       Forças, depois de um dia de trabalho, de uma semana cansativa.
       Forças para carregar a sua própria cruz.
       Forças para ajudar a carregar a cruz do outro.
       Força (poder) para fazer a obra, cumprir sua missão.

      "Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece" – Filipenses 4.13. Muita gente usa este versículo para dizer que pode tudo (ter carro e casa nova, por exemplo) mas nunca pensam em ajudar os aflitos. Alegam que podem tudo, menos ser útil, ser bênção para os outros, ser como Cristo.

 
    3.      Jesus amava as pessoas - Atitude: Amor
·  Suspirou de amor e compaixão (por isso o Pai sempre ouvia as suas orações).
·  Curou o surdo (que imediatamente também começou a falar).

       Poder e autoridade sobre os demônios e as enfermidades – Mt 10.1
       E para atender ao pobre e necessitado (ex.: multiplicação dos pães), visitar os enfermos e os presos etc.
       Determinação e amor ao próximo.


    Conclusão
   
Se queremos fazer uma obra esplendidamente bem, temos que ter as mesmas atitudes de Jesus:
    Envolver-se com a aflição dos aflitos, pedir forças ao Pai e suspirar de amor e compaixão pelos que sofrem.